sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O vinho que você bebe é sustentável? Leia sobre o caso da Nova Zelândia

Guardians of the Earth, friends of the planet and other assorted green do-gooders will no doubt have joined hands and jumped for joy this week when it was announced that all wines from the 2010 vintage entered in this year's Air New Zealand Wine Awards must be sustainably produced.
Meanwhile, the silent majority, whose main concern is the price they pay for the wine they drink, will probably still be asking : What's the hell's this sustainability stuff about? A good question. And one that deserves to be answered because there is, behind all the verbiage and the buzz words that surround the subject, good reason to sit up, take notice and applaud winegrowers for what they are attempting to do.
Which is: To promote and reinforce the clean green image which helps to sell our wines around the world by identifying and promoting winegrowing practices that are economically viable, socially responsible, and environmentally sound.
This means (in plainer English) doing such things in the vineyard as understanding and emulating natural processes; reducing the use of pesticides; promoting soil health through the use of cover crops and compost ; by paying attention in the winery to energy and water usage, waste management, recycling and other practices.
True. Many of these practices have been followed for years by organic and biodynamic wine producers or demanded by ISO (international) standards. But it wasn't till the mid-1990s that a group of volunteer New Zealand grapegrowers got together and pioneered a set of industry standards which, through Sustainable Winegrowing New Zealand (SWNZ), has established a framework those who want a ``sustainable'' sticker on their wines must follow.
To qualify for that valued fern sticker the winery/brand must be an accredited member of the SWNZ and the wine must be made in an accredited winery from 100 per cent accredited vineyard grapes.
Members, like certified biodynamic, organic and ISO 14000 producers must also undergo independent audits which in this case are conducted on a random selection basis once every three years on average.
New Zealand Winegrowers' aim is to have all wineries involved in the programme, encouraging many to do so through the introduction four years ago of special ``pure'' medals for sustainable wines at Air New Zealand Wine Awards. Now, by allowing only sustainable wines in our biggest and most important show, it is well on the way to achieving that goal.

Fonte: The Southland Times em http://www.stuff.co.nz/

Tapetes São Carlos alinha ações ambientais e conquista a ISO 14000, pelo IQA

27/08/2010 - 08:59

Certificação concedida pelo IQA atesta que a empresa atende os requisitos estabelecidos pelo Sistema de Gestão Ambiental, em conformidade com a norma ISO 14000.
Reduzir o impacto ambiental na fabricação do produto sempre foi o lema da empresa Tapetes São Carlos, fabricante de tapetes e carpetes que atua, entre outros segmentos, no fornecimento de produtos para montadoras, encarroçadoras, autopeças e revendas do setor automotivo. Em 2009, a empresa sediada em São Carlos, SP, obteve a Certificação ISO 14000 (sistema de Gestão Ambiental) por meio do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva). Para isso, alinhou todas as ações e projetos ambientais, como reutilização e reaproveitamento de matérias-primas atendendo a legislação ambiental vigente, implementou melhoramentos e outras ações, principalmente o descarte controlado de resíduos.
Desde o início das atividades na década de 1950, a empresa mantém a cultura de preservação ambiental. A cada ano institui ações, como reuso de água, tratamento de efluentes, controle de emissões atmosféricas, emissão de ruídos em torno da organização, destinação de resíduos sólidos e de óleos lubrificantes, entre outros. Para isso adequou todas as ações, incluindo documentação ao atendimento da legislação, e implementou todos processos necessários para tornar a Tapetes São Carlos ecologicamente correta.
A empresa também adequou o departamento hidráulico, responsável pela manutenção das empilhadeiras, com a instalação de sistema de decantação de óleo e água. “Com isso evitamos que o óleo residual da lavagem das empilhadeiras caia na rede pública de esgoto”, conta Marcos Mello, supervisor da área de Qualidade e Meio Ambiente da Tapetes São Carlos. O mesmo sistema também foi instalado na garagem de manutenção dos veículos da frota da empresa.
Resíduos - Além disso, o resíduo de óleo lubrificante utilizado como combustível em caldeira é separado corretamente e entregue, junto com o material recolhido pelo sistema de decantação, a empresas especializadas. Outros resíduos gerados pela empresa, como pano contaminado com graxa, pneus e fibras têxteis, são separados para destinação final correta.
A Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) também foi adequada para a certificação e agora são computados os índices de resíduos e realizada análise da água antes de jogá-la na rede pública. “Esta análise é feita por laboratórios que seguem os requisitos NBR ISO/IEC 17025 exigidos pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb)”, afirma.
As duas caldeiras a óleo da empresa, de acordo com o supervisor, foram substituídas por caldeiras a gás, mais ecológicas, que operam dentro dos limites de emissão estabelecidos pela resolução nº 382 do Conama. Outras duas caldeiras são a lenha, material que é adquirido de fornecedores com licença ambiental para extração de madeira de reflorestamento. “Já adotávamos os processos, mas com a certificação, recebemos o atestado que estamos seguindo corretamente os requisitos previstos na ISO 14000. Então, as boas intenções da empresa agora viraram regra”, ressalta Marcos Mello.
Custos – Outra adequação foi a criação de uma central única de ar comprimido, utilizado por algumas máquinas e equipamentos no processo fabril, antes espalhados em alguns pontos da empresa. “Com isso, conseguimos economizar energia e tempo nos processos”, diz.
A empresa também conseguiu reduzir custos com o reuso da água na lavagem de produtos e reaproveitamento da água quente, utilizada em processos de fabricação, sistema de geração de vapor. “A água condensada já entra via tubulação no sistema de geração de vapor a 90 graus, economizando energia nos processos”, diz o gerente.
Para a certificação do IQA, a Tapetes São Carlos teve de formalizar a documentação, integrar e familiarizar todos os funcionários no uso dos registros. O primeiro passo foi a criação do ‘Manual do Sistema de Gerenciamento Ambiental’, relativo às exigências ambientais, como atendimento a emergências, controle de resíduos, ações preventivas e corretivas. E adotou também procedimentos para controle de documentos, mantendo-os atualizados e identificados. “Adequamos nosso controle operacional, com procedimentos para fazer inspeções e o controle dos aspectos ambientais”, afirma Marcos Mello.
Conscientização – Segundo Mello, treinar e qualificar os funcionários para seguirem as normas é fundamental para alcançar resultados. Durante a certificação, a empresa realizou um trabalho de conscientização ambiental com seus 490 funcionários, mediante palestras e informativos. Também realizou trabalho junto à gerência e supervisão para informar sobre as mudanças implementadas, readequações e fortalecer a cultura ambiental. “A adesão dos funcionários é fundamental”, ressalta.
Para o executivo, a ISO 14000 e o apoio técnico do IQA foram determinantes na intensificação e consolidação das ações e resultados. “Ampliamos o foco no desenvolvimento de produtos com menor impacto ambiental, contando com o apoio dos especialistas do IQA, e conquistamos a imagem de empresa ambientalmente correta”, completa.
Tapetes São Carlos [http://www.tapetessaocarlos.com.br]– sediada em São Carlos, SP, a 230 km da capital, a empresa ocupa uma área total de 100 mil m2, sendo, aproximadamente, 70 mil m2 de área construída. A Tapetes São Carlos foi criada em 1951 e desde então vem se modernizando. Hoje conta com modernas extrusoras para transformação de chips de polipropileno em fios contínuos, Roselan, utilizados na fabricação de tapetes e carpetes. Além do polipropileno, utiliza fios de nylon, poliéster e outros materiais na fabricação do mix de produtos, entre tapetes, carpetes, automotiva e produtos especiais (grama sintética, feltros para colchões). Além do mercado interno, a marca está presente em países como Alemanha, Estados Unidos, México, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai.

Fonte: Portal Fator Brasil, site http://www.revistafator.com.br/

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

ISO 14.000, o que é?

ISO 14000


Os impactos ambientais gerados pelo desenvolvimento industrial e econômico do mundo atual constituem um grande problema para autoridades e organizações ambientais.
No início da década de 90, a ISO viu a necessidade de se desenvolverem normas que falassem da questão ambiental e tivessem como intuito a padronização dos processos de empresas que utilizassem recursos tirados da natureza e/ou causassem algum dano ambiental decorrente de suas atividades.

Os certificados de gestão ambiental da série ISO 14000 atestam a responsabilidade ambiental no desenvolvimento das atividades de uma organização.
Para a obtenção e manutenção do certificado ISO 14000, a organização tem que se submeter a auditorias periódicas, realizadas por uma empresa certificadora, credenciada e reconhecida pelos organismos nacionais e internacionais.
Nas auditorias são verificados o cumprimento de requisitos como:
Cumprimento da legislação ambiental;
Diagnóstico atualizado dos aspectos e impactos ambientais de cada atividade;
Procedimentos padrões e planos de ação para eliminar ou diminuir os impactos ambientais sobre os aspectos ambientais;
Pessoal devidamente treinado e qualificado.
Entretanto, apesar do fato de que as empresas estejam procurando se adequarem, a degradação ao ambiente continua em ritmo crescente.
Apenas um número pequeno de empresas busca a sustentabilidade e as melhorias conseguidas são pequenas diante da demanda crescente por produtos e serviços, originadas do desenvolvimento econômico.
Segundo o relatório Planeta Vivo, desenvolvido pela organização WWF em 2002, a humanidade consome cerca de 20% mais recursos naturais do que a Terra é capaz de repor sozinha.